segunda-feira, 1 de agosto de 2016

"Misericordiosos como o Pai" é tema do Mês Vocacional 2016

Material de apoio com roteiros para encontros e celebrações está disponível nas Edições CNBB

O Mês Vocacional, celebrado em agosto, é uma atividade proposta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que busca motivar a oração pelas vocações nas comunidades, paróquias e dioceses, além de conscientizar adolescentes e jovens ao chamado de servir a Igreja. Este ano, o tema é "Misericordiosos como o Pai", em sintonia com o Ano Santo da Misericórdia. 
Sobre a temática, o arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dom Jaime Spengler, explica que o papa proclamou o Jubileu da Misericórdia para que toda a comunidade de fé, toda a Igreja fosse lembrada sobre o modo de ser do Pai, que é misericordioso. “É nesse contexto que a Igreja no Brasil mais uma vez se propõe a celebrar um mês vocacional, o mês de agosto”, enfatizou.
“Já é uma tradição nossa e da Igreja, durante o mês de agosto, recordar as diversas vocações e, nesse contexto do Ano Santo da Misericórdia, as diversas vocações vêm nos dizer aquilo que deve nos empenhar ainda mais, seja como leigo, na vida matrimonial, na vida consagrada e suas diversas expressões ou no ministério ordenado. É por meio deste modo de ser de Deus “misericordioso” que somos convidados, no mês de agosto, a refletir de uma forma mais intensa sobre as diversas vocações, completou o arcebispo.
O bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo (SP) e referencial da Pastoral Vocacional, dom José Roberto Fortes Palau, lembra que toda vocação à vida consagrada é fruto da misericórdia divina. “É fruto do olhar misericordioso de Jesus, é dom de Deus para a Igreja. Aliás, como enfatiza o papa Francisco, toda vocação nasce, cresce e é sustentada pela Igreja. De modo particular, a experiência de São Paulo destaca, sobremaneira, a importância da Igreja para o nascimento e a perseverança vocacional”, sublinha.
O presidente da Pastoral Vocacional, padre Elias Aparecido da Silva, ressalta que a data é um importante momento para a promoção vocacional nas comunidades. “Precisamos aproveitar nossas assembleias reunidas, grupos já formados, momentos de oração comunitária e até mesmo os atos devocionais para insistentemente propor que todos rezem pelas vocações, para que o Senhor da messe envie santas e numerosas vocações, e ainda provocar nossos adolescentes e jovens para que respondam com generosidade ao chamamento de Deus”, sugere o sacerdote. 

Material de apoio 

Para animar o Mês Vocacional, a Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Pastoral Vocacional propõem subsídio com roteiros catequéticos. O material apresenta três sugestões de encontros com os temas: “A Vocação Nasce na Igreja”, “A Vocação Cresce na Igreja” e “A Vocação é Cultivada na Igreja”. Traz, ainda, roteiro oracional, cantos e reflexões do papa Francisco sobre as vocações e indica, também, roteiros para auxiliar nas missas dominicais do Mês Vocacional: 7 de agosto – vocação ministério ordenado: diáconos, padres e bispos; 14 de agosto – vocação matrimonial; 21 de agosto – vocação à vida consagrada; 28 de agosto – vocação dos leigos. 
Para adquirir o subsídio entre em contato com as Edições CNBB: www.edicoescnbb.com.br 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Você quer ser como Juan Diego?

Aos antigos, novos e futuros zeladores da
Capela Peregrina de Nossa Senhora de Guadalupe.

Guadalupe e Juan Diego
Você quer ser como Juan Diego?

O Apostolado

Virgem Peregrina da Família é uma organização internacional, é uma obra de Apostolado do Movimento Regnum Christi, cuja finalidade é possibilitar às pessoas, tanto homens como mulheres, jovens, casais e famílias, a dedicarem suas vidas ao trabalho voluntário de anunciar o Evangelho e promover a oração do Santo Terço em diversos lares através da Capela Peregrina, importante instrumento de evangelização e que tem por devoção e padroeira, a Virgem de Guadalupe.

Para participar deste Apostolado, é preciso estar disposto(a) a “ser como Juan Diego”, que mesmo sentindo-se incapaz e despreparado, aceitou com humildade e coragem, a missão de ser o porta-voz de Nossa Senhora, que não quer apenas construir um templo físico, mas um templo humano para Seu Filho Jesus nos nossos corações, em nossos lares:

“Eu sou a Sempre Virgem Maria, Mãe do Deus Vivo por quem nós vivemos, do Criador de todas as coisas, Senhor do céu e da terra. Eu desejo que um templo seja construído aqui, rapidamente; então, Eu poderei mostrar todo o meu amor, compaixão, socorro e proteção, porque Eu sou vossa piedosa Mãe e de todos os habitantes desta terra e de todos os outros que me amam, invocam e confiam em mim...Ouço todos os vossos lamentos e remédio todas as vossas misérias, aflições e dores. E para realizar o que a minha clemência pretende, vá ao palácio do Bispo do México e lhe diga que Eu manifesto o meu grande desejo, que aqui neste lugar seja construído um templo para mim.... Tenha a certeza que ficarei muito agradecida e te recompensarei. Porque Eu te farei muito feliz e digno da minha recompensa, por causa do esforço e fadiga que terás para cumprir o que Eu te ordeno e confio. Observa, tu ouviste minha ordem, meu humilde filho, vai e coloca todo teu esforço”.

Ouvindo esta ordem Materna, aceitamos a missão e nos colocamos a caminho como filhos dóceis e obedientes para atender ao pedido da Mãe que nos diz ao coração:

 “Quero que se construa em cada lar um templo”... Formemos Igrejas domésticas!

Ser como Juan Diego é assumir a missão de ir a cada lar, levando esta santa devoção para que, a Virgem Maria possa entrar e realizar o que a infinita Misericórdia de Deus pretende e para a qual “A” predestinou.

O trabalho gera esforço e fatiga, mas há a recompensa, a gratificação, a grandeza de contemplar a salvação, a libertação de tantos males, a cura de tantas doenças, a conversão plena, a alegria de sermos filhos e filhas de Deus, de adentrar em Sua Santa Morada e participar da Comunhão com a Palavra e com a Mesa da Eucaristia.

“A partir do momento que o homem começa a contribuir como seu trabalho, começa a comunhão entre o homem e Deus”.
(Sofia Cavalletti)

Você quer ser como Juan Diego?
Como tem vivido o seu apostolado?
Como tem desenvolvido a sua missão?


Fazer parte do Apostolado Virgem Peregrina da Família é estar comprometido(a) com a Nossa Senhora, com Cristo, com a Igreja Divina e Humana.


(novo site em construção)

terça-feira, 31 de maio de 2016

Sagrado Coração de Jesus



Junho, o mês do Sagrado Coração de Jesus



O mês de junho é dedicado a este Sagrado Coração porque neste mês se celebra a festa do Coração de Jesus

“Vinde a mim  todos vós que estais cansados e aflitos,  e eu vos darei descanso” (Mt., 11, 28).
Jesus pronunciou estas palavras no segundo ano da sua atividade apostólica. Depois do discurso na sinagoga de Cafarnaum sobre a instituição da Eucaristia,  Jesus,  num momento de profundo lirismo, nos abriu o seu coração indicando-o  como nosso refúgio.  Este coração foi aberto logo depois da sua morte: “Um soldado golpeou-lhe o lado com uma lança” (Jo., 19, 34) para nos convidar a entrar e saborear as doçuras da ternura de Jesus.
A devoção ao Sagrado Coração é muito antiga; iniciou desde o seculo XII. O mês de junho é dedicado a este Sagrado Coração porque neste mês se celebra a festa do Coração de Jesus  (Neste ano é o dia 7). Esta festa já se celebrava em varias dioceses do mundo (p.e. na França desde o ano 1672).  O Papa Pio IX a estendeu para toda a Igreja no dia 23 de agosto do ano 1856. Esta celebração é importante: conduz à essência do cristianismo, à pessoa de Jesus  manifestado  no mistério mais íntimo do seu ser.

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