O dogma da perpétua virgindade se refere
ao fato de Maria ser virgem antes, durante e eternamente
após o parto.
"É a virgem que conceberá e dará à luz
a um filho cujo nome será Emanuel" (Cf. Is.,
7, 14; Mq., 5, 2-3; TM, 1, 22-23) (Const. Dogmática
Lumen Gentium, 55 - Concilio Vaticano II).
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"O aprofundamento da sua fé na maternidade
virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua
de Maria, mesmo no parto do Filho do Deus feito homem. Com efeito,
o nascimento de Cristo ‘não lhe violou, mas confirmou
a integridade virginal’ de sua mãe. A liturgia da igreja
celebra Maria como a ‘Aeiparthenos’, ‘sempre-virgem’”.(499
- catecismo da Igreja Católica).
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